segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Grande Produção: A História das Coisas!


O que é a História das Coisas? … Desde a sua extração até à venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afetam a sociedade no nosso país em outros países, mas a maioria disto é propositadamente escondida dos nossos olhos pelas empresas e políticos. A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de fatos, que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extração, produção, consumo e lixo. A História das Coisas expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos destruindo o mundo e autodestruindo-nos, e assim apela a criarmos um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra. Este documentário vai nos ensinar algo, e acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida e que CONSUMIMOS.



Aquecimento Global: Novidades Ruins para 2010!





25/11/2010 - 13h33 Artigo Publicado na Folha, em 
Ano de 2010 já empata como o mais quente da história
Este ano já está empatado como o mais quente registrado numa série histórica iniciada em 1850, disseram à Reuters três importantes institutos que calculam as temperaturas médias globais.
O resultado dá ainda mais urgência para a conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU) que começa na semana que vem em Cancún, em que governos de todo o mundo discutirão medidas que contribuam com a meta, adotada em 2009, de limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.
Faltando ainda dois meses de dados para serem coletados, 2010 já está cerca de 0,8 grau Celsius acima da temperatura média pré-industrial, e 0,5 grau Celsius acima da média registrada entre 1961 e 1990.
Ano de 2010 está empatado como o mais quente registrado numa série histórica iniciada em 1850, segundo institutos internacionais
Mesmo que novembro e dezembro sejam mais frios, 2010 ainda ficará como o terceiro ano mais quente da história, atrás de 1998 e 2005.

"Está muito apertado para dizer (se será ou não o ano mais quente). Com base nestes números, ficará em segundo, mas depende do calor que fizer em novembro e dezembro", disse Phil Jones, diretor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha. Segundo ele, 1998 é o ano mais quente já registrado.
Já a Nasa considera que o ano mais quente foi 2005, e que as temperaturas na superfície terrestre até outubro estavam acima da média daquele ano, por uma questão de centésimos de grau Celsius.

"Eu não ficaria surpreso se a maioria ou todos os grupos concluírem que 2010 empatou como o ano mais quente", disse James Hansen, da Nasa.
O Centro Nacional de Dados Climáticos dos EUA afirmou que os dez primeiros meses de 2010 se equiparam a 1998 como o ano mais quente da história.
Os três institutos usam observações similares, mas de forma ligeiramente diferente. A Nasa, por exemplo, leva mais em conta as estações meteorológicas do Ártico, onde o aquecimento tem sido mais rápido.
Cientistas dizem que a tendência global de aquecimento irá gerar mais secas, inundações, ondas de calor e degelo dos polos.

Céticos argumentam, porém, que o fato de os recordes terem sido registrados em 1998 ou 2005 é um sinal de que a tendência é de estabilidade.
A maioria dos cientistas discorda disso, dizendo que, mesmo que 2010 não seja o ano mais quente, a tendência de longo prazo é de aquecimento -- a média de 2000 a 2009 é a mais alta já registrada.
Eles dizem que variações naturais, especialmente o fenômeno El Niño, explicam os recordes anteriores. O ano de 1998 teve um fenômeno El Niño -- aquecimento natural nas águas do Pacífico -- particularmente intenso.

Bodas de Aço! Agora Ninguém Derruba a Gente!

Olá, amigos!
Completar onze anos de casado nos dias de hoje já não é considerada coisa muito comum. Agradeço muito a Deus (e à minha esposa por ter me suportado, rsrsrs) por alcançarmos todo esse tempo juntinhos. É muito bom ter ao lado alguém que consegue fazer com que me sinta feliz e realizado. Fica aí um apelo a todos os que desacreditam na instituição do casamento, como sendo uma cunha de penetração da civilização cristã, católica, ocidental. Ainda podemos crer nesta instituição divina. Bom vídeo a todos!

domingo, 28 de novembro de 2010

O Palito de Fósforos



Palito de fósforo (fósforo de fricção) fabricado atualmente é um artigo, curto, fino, feito de madeira, papelão ou barbante encerado e geralmente fósforo vermelho (geralmente o trissulfuretofosfórico - P4S3) em uma das extremidades e que quando entra em atrito com outros objetos de principalmente superfícies ásperas se decompõe e arde diante de baixas temperaturas e incendeia os demais produtos produzindo fogo.
Porém, o elemento básico para fabricar fósforos foi descoberto acidentalmente em 1669 pelo alquimista alemão Henning Brand. Em uma de suas tentativas de transformar metais em ouro Brand descobriu o elemento fósforo (em grego “o que traz luz”). Em 1680 o cientista britânico Robert Boyle - um dos fundadores da química moderna - reparou que uma chama era formada quando o fósforo era esfregado no enxofre. Boyle acreditava que a chama não era causada pela fricção, mas sim por algo inerente ao fósforo e ao enxofre. Ele tinha razão. Encontrara o principio que conduziria a invenção do fósforo. Coube ao farmacêutico inglês John Walker produzir, em 1827, palitos de fósforo que podem ser considerados, apesar de seu grande tamanho, “o precursor” de nossos fósforos. Palitos menores foram comercializados na Alemanha em 1832, mas ainda eram extremamente perigosos: costumavam incendiar sozinhos dentro da própria embalagem.


Foi nos Estados Unidos que Alonzo D. Phillips de Springfield obteve, em 1836, uma patente para “fabricar fósforos de fricção” e os chamou “loco focos”. Mas o perigo ainda era grande e só foi resolvido após a descoberta do fósforo vermelho, em 1845. Foi o sueco Carl Lundstrom que introduziu em 1855 fósforos seguros, também chamados fósforos de segurança. Além de serem fabricados com fósforo vermelho, para uma maior segurança, seus ingredientes inflamáveis foram colocados em dois locais distintos: na cabeça do palito e do lado de fora da caixa, junto com o material abrasivo.
Os fósforos feitos em papelão apareceram anos mais tarde e o responsável por esta invenção foi Joshua Pusey, um conhecido advogado americano da Pensilvânia que amava fumar charutos. Um dia, Joshua foi convidado para jantar pelo prefeito da Filadélfia e ao se vestir, reparou que a caixa de fósforos que levava no bolso de seu colete era grande demais. Joshua Pusey levou adiante uma ideia e em 1889 patenteou fósforos de papelão, mas oito anos se passaram antes que alguém mostrasse interesse por seu invento. Fato que ocorreu em 1897, quando a Companhia de Ópera Mendelsohn o procurou. Eles queriam algo de diferente para divulgar a abertura da estação nova-iorquina. Pusey então utilizou fósforos de papel com o nome da companhia impresso. A partir daí, os fósforos de papelão começaram a vender com incrível rapidez. Anos mais tarde, Joshua Pusey vendeu sua patente para a Diamond Match Company.
No Brasil o comerciante curitibano Olivo Carnascialli fundou, em 1913, a Cia. Fabril Paranaense com a finalidade de explorar a indústria do palito de fósforo, sendo desta forma um dos precursores dessa indústria no país. A Cia Fabril Paranaense foi inaugurada no final da Avenida Visconde de Guarapuava, que na época era o setor industrial da capital paranaense.
Em terras brasileiras os palitos de fósforo são vendidos em caixinhas, que além de proporcionar o fogo, geralmente, a cozinha do brasileiro, é usada como instrumento de percussão de baixa renda. Em rodas de Samba, alguns ritmistas usam a caixinha de fósforos como marcador de ritmo para os enredos, ou alguns seresteiros usam a mesma como chocalho para incrementar o ritmo original do violão.
Mais de 500 bilhões de fósforos são usados a cada ano.

Como Fazíamos Sem o E-mail? (por Juliana Parente)

Hoje em dia, enviar uma mensagem para alguém que more do outro lado do mundo é uma tarefa que, por e-mail, é imediata. No século 4 a.C., no Império Romano, a troca de cartas entre duas cidades levava pelo menos três dias. A comunicação, hoje possibilitada por cabos e fibras ópticas, era feita, naquela época, por mensageiros que seguiam a pé ou a cavalo por estradas de pedra ou terra.


Cerca de 90 mil quilômetros de estradas terrestres foram abertas no auge do Império Romano. As vias serviam também para a circulação de mercadorias e dos exércitos. O Estado ainda contava com um órgão parecido com os correios de hoje em dia, o cursus publicus, que era de uso exclusivo do governo.
Da estrada de terra, as cartas seguiam pela água. A partir do século 13, os venezianos passaram a fazer as mensagens para países diferentes viajar de navio. Elas demoravam até quatro meses para chegar a seu destino final.
As cartas passeiam pelo céu há milhares de anos. O leva-e-traz era, a princípio, missão dos pombos-correios, usados desde o reinado de Ramsés II (1290-1248 a.C). Eles ganharam destaque atuando como informantes nas guerras mundiais. Segundo o engenheiro Marcio Mattos, presidente da Federação Brasileira de Columbofilia, mais de 100 mil aves trabalharam em cada um dos conflitos. No mesmo século, a aviação postal revolucionou a comunicação. “Na década de 1930, foram emitidos no Brasil cerca de 70 selos comemorativos, com tiragem média de 1,3 milhão cada um. Isso sem contar as cartas postadas com selos regulares, cujo volume não se pode estimar”, diz Rubem Porto Jr., diretor cultural do Clube Filatélico do Brasil.


Um antepassado curioso do e-mail é o sistema postal pneumático, criado no fim do século 19 como alternativa ao telégrafo. Enquanto um telegrama demorava um minuto para chegar, era possível receber até dez mensagens no mesmo tempo por meio dos tubos a vácuo, por onde circulavam pacotes com até 30 cartas a 50 km/h. Paris, Nova York e Rio de Janeiro usavam a engenhoca.
A criação das fibras ópticas, no fim dos anos 1970, possibilitou que, hoje, a comunicação entre pessoas que possuam acesso à internet seja instantânea. Segundo Fernando Andrade, diretor da F.A. Consultoria, especialista no assunto, mais de 600 bilhões de e-mails são enviados todos os anos no mundo inteiro.




Como Fazíamos Sem Escova de Dente?

Escova de dente: como fazíamos sem ela (por Lívia Lombardo)


Sem a escova de dente, não havia romântico que resistisse a um beijo de bom dia. Amor, carinho, lábios... e aquela carninha que restou de refeições anteriores. Algum egípcio notou esse problema: a primeira escova de que se tem notícia foi encontrada numa tumba de 5 mil anos. Na verdade, era um pequeno ramo de planta que foi desfiado até as fibras aparecerem – elas eram esfregadas nos dentes para limpá-los.
mau hálito deve ter incomodado os povos antigos. Tanto que alternativas para auxiliar na higiene bucal foram criadas com o passar dos anos. Além dos dedos, de folhas e de gravetos, pequenas varetas com a ponta amassada também eram utilizadas para limpar os dentes. Diocles de Caristo, um médico grego do século 4 a.C., deixou escrito um documento em que recomendava a seus clientes que todas as manhãs colocassem uma fina camada de hortelã pulverizada nos dentes e nas gengivas e a esfregasse com os dedos para remover restos de alimentos. Já os romanos limpavam seus dentes com um pó bem diferente – os ingredientes eram cinza de ossos e dentes de animais, ervas e areia. A importância da escovação já era tão grande que os aristocratas tinham escravos apenas para limpar seus dentes.


Na Idade Média, as escovas ainda não haviam evoluído muito, mas as pastas de dentes já tinham melhorado bastante. Nessa época, eram preparadas à base de ervas aromáticas, como a sálvia. Mas, para eliminar o mau hálito, eram recomendados bochechos com urina.
escova de dente de cerdas só foi inventada em 1498, pelos chineses. Porém, além do fato de serem muito caras – e, por isso, famílias inteiras terem que dividir uma peça –, eram feitas de pêlos de porcos atados a pedaços de bambus ou ossos. Com a umidade, os pêlos mofavam e enchiam a boca de fungos.
O problema só seria resolvido em 1938, nos Estados Unidos, com o surgimento de cerdas de náilon. Na Segunda Guerra Mundial, os soldados americanos eram obrigados a usar a escova de dente. De lá para cá, ela só foi se aperfeiçoando. Uma pesquisa feita em 2003 nos Estados Unidos pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts surpreendeu pelo resultado: para os americanos, a escova de dente é a invenção mais importante da história da humanidade.


Não Perca! "Band of Brothers" ou "Irmãos de Guerra" - Uma Produção de Steven Spielberg e Tom Hanks. [Links para Download neste post]





Faça o donwload da série abaixo do artigo que se segue.

Inédita na TV aberta, a premiada minissérie foi produzida por Steven Spielberg e Tom Hanks, baseada na história real de um grupo de soldados, todos voluntários, que se tornaram um verdadeiro grupo de irmãos. Saiba mais:



A série

Irmãos de Guerra / Band of Brothers mostra em 10 capítulos a trajetória dos soldados da companhia Easy, do Exercito dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, desde o treinamento até o fim da guerra. O grupo passou por momentos decisivos, como a invasão na Normandia no dia D e a Batalha do Bulge, e unido conseguiu se tornar parte da história mundial. 

A série retrata os soldados como homens comuns, mostrando o que eles gostavam, o que temiam, como se relacionavam e o que era importante para cada um deles. Expõe a rotina das baixas patentes, do treinamento até o inferno das trincheiras. Por ter estado sempre na linha de frente, a companhia Easy sofreu um alto índice de mortalidade. Só na invasão da Normandia, perdeu quase a metade de seus 139 homens. 

No início de cada episódio há depoimentos dos veteranos da companhia, cujas experiências estão na minissérie. E para assegurar a veracidade, os roteiros foram levados para apreciação desses sobreviventes.



Personagens principais

Major Richard Winters: o personagem principal nasceu em Lancaster, Pennsylvania. Ele inicia a série como tenente e, graças aos seus esforços, se torna Major. 
Capitão Lewis Nixon: melhor amigo e confidente do Major Richard Winters, teve problemas com alcoolismo durante a guerra.

Capitão Ronald Speirs: é o responsável por liderar a Companhia durante a segunda metade da Guerra e é assunto entre os outros soldados.



Bastidores


Steven Spielberg e Tom Hanks tinham projetos de fazer novas produções sobre a 2ª Guerra Mundial após filmarem "O Resgate do Soldado Ryan" e decidiram trabalhar juntos nesta minissérie.
A produção é baseada no livro de mesmo nome do autor americanoStephen E. Ambrose, considerado um historiador pop. Ele já lançou mais de trinta livros que costumam frequentar as listas dos best-sellers. E ganhou fama por explorar um filão diferente na historiografia: os livros que abordam a II Guerra pelo ponto de vista dos militares de baixas patentes. 
A produção custou cerca de 120 milhões de dólares e é considerada uma das mais caras da história da TV.
Do custo total, aproximadamente 17 milhões de dólares foram usados para construir os cenários, que recriaram 11 cidades e vilas europeias. Uma das locações tinha 12 acres. Ao todo, foram utilizadas 700 armas verdadeiras, 400 de borracha, um avião C-47, diversos tanques restaurados. Mais de 10 mil figurantes trabalharam nos dez episódios. Dos tanques às botas dos recrutas, todos os objetos são autênticos ou réplicas perfeitas.
Para as cenas de combate foram usadas como referencia as famosas fotografias do conflito feitas por Robert Capa, um dos fundadores da famosa agência Magnum, e filmagens documentais realizadas pelo cineasta George Stevens (do clássico "E Assim Caminha a Humanidade"). Imagens essas captadas em super-8, um dos raros registros coloridos da II Guerra. A fotografia da série reproduz sua textura, o que explica o tom acinzentado.
O título - bando de irmãos, em inglês - vem de uma expressão presente em "Henrique V", de Shakespeare, dita pelo Rei da Inglaterra para exortar seus soldados combalidos. 



Prêmios



Irmãos de Guerra / Band of Brothers ganhou seis das dezenove indicações ao prêmio Emmy, incluindo melhor minissérie, melhor edição de imagem, edição de som, mixagem de som e seleção de elenco.

Os diretores David Frankel, Tom Hanks, David Leland, Richard Loncraine, David Nutter, Phil Alden Robinson, Tony To e Mikael Salomon ganharam o Emmy de melhor direção.

A produção também recebeu o Globo de Ouro e o prêmio do American Film Institute de melhor minissérie.
A série rendeu a David Schwimmer o prêmio Satellite de melhor ator coadjuvante.

  1. Currahee                                Baixe Aqui
  2. Day of Days                            Baixe Aqui
  3. Carentan                                Baixe Aqui
  4. Replacements                        Baixe Aqui
  5. Crossroads                             Baixe Aqui
  6. Bastogne                                Baixe Aqui
  7. The Breaking Point              Baixe Aqui
  8. The Last Patrol                    Baixe Aqui
  9. Why we Fight?                      Baixe Aqui
  10. Points [Series Finale]           Baixe Aqui

Não Perca! "The Pacific" [Os Traumas da 2ª Guerra no Pacífico] - Uma Produção de Steven Spielberg e Tom Hanks. [Links para Download neste post]





Os links pra donwload estão no final deste artigo.



Descrição: The Pacific é a aguardada sequência do épico “Band Of Brothers” de Tom Hanks e Steven Spielberg . Por se tratar de uma grandiosa produção de época, essa série, divulgam os sites especializados, está orçada em mais de 200 milhões de dólares, uma das produções mais caras da tevê em todos os tempos.
Diferentemente de sua série de origem que foi focada apenas nas incursões do Exército dos Estados Unidos, The Pacific abordará também atuação das forças europeias em operações de guerra no Pacífico. A série está sendo produzida por Steven Spielberg, Tom Hanks e Gary Goetzman, em associação com um pool de produtoras composta pela HBO Films, Playtone, Dreamworks e Seven Network. O enredo relata as histórias de três fuzileiros: Robert Leckie, John Basilone e Eugene Sledge, que lutaram contra o ataque japonês no Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial. A base do enredo foi o livro de memórias de Eugene Sledge, “With the Old Breed".

Parte 1: Guadalcanal/Leckie

Parte 2: Basilone

Parte 3: Melbourne

Parte 4: Gloucester/Pavuvu/Manika

Parte 5: Peleliu Landing

Parte 6: Peleliu Airfield

Parte 7: Peleliu Hills

Parte 8: Iwo Jima

Parte 9: Okinawa

Parte 10: Home [Series Finale]

sábado, 27 de novembro de 2010

A História do Petróleo - "A Era de Ouro das Grandes Companhias" (Dublado em Pt) [Parte 1]

A moderna indústria petrolífera data de meados do século XIX. Em 1850James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão, no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial.[1] O primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte-americano Edwin Laurentino Drake perfurou o primeiro poço nos Estados Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada, pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em1874.

Mais do que o ouro negro, o petróleo foi um marco e revolucionou a maneira com a qual a Humanidade se vê no mundo. A mais importante e não-renovável fonte de energia da atual era do desenvolvimento é tema de A História do Petróleo, especial do The History Channel. Os quatro episódios da série, explicam o status que esse líquido possui para a rotina e para a economia mundiais.
Nesse primeiro episódio intitulado (A era de ouro das grandes companhias) episódio que está dividido em cinco partes é abordado como a descoberta do uso da combustão do líquido foi aproveitada na Pensilvânia em 1859, e discute a importância dos fundadores dessa história os americanos John Rockefeller, que dirigia a Standard Oil Company, e Henry Ford, o pioneiro dos carros populares.



A História do "Ouro Negro" - "A Era de Ouro das Grandes Companhias" (Dublado em Pt) [Parte 2]

A moderna indústria petrolífera data de meados do século XIX. Em 1850James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão, no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial.[1] O primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte-americano Edwin Laurentino Drake perfurou o primeiro poço nos Estados Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada, pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em1874.

Mais do que o ouro negro, o petróleo foi um marco e revolucionou a maneira com a qual a Humanidade se vê no mundo. A mais importante e não-renovável fonte de energia da atual era do desenvolvimento é tema de A História do Petróleo, especial do The History Channel. Os quatro episódios da série, explicam o status que esse líquido possui para a rotina e para a economia mundiais.
Nesse primeiro episódio intitulado (A era de ouro das grandes companhias) episódio que está dividido em cinco partes é abordado como a descoberta do uso da combustão do líquido foi aproveitada na Pensilvânia em 1859, e discute a importância dos fundadores dessa história os americanos John Rockefeller, que dirigia a Standard Oil Company, e Henry Ford, o pioneiro dos carros populares.



A História do "Ouro Negro" - "A Era de Ouro das Grandes Companhias" (Dublado em Pt) [Parte 3]

A moderna indústria petrolífera data de meados do século XIX. Em 1850James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão, no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial.[1] O primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte-americano Edwin Laurentino Drake perfurou o primeiro poço nos Estados Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada, pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em1874.

Mais do que o ouro negro, o petróleo foi um marco e revolucionou a maneira com a qual a Humanidade se vê no mundo. A mais importante e não-renovável fonte de energia da atual era do desenvolvimento é tema de A História do Petróleo, especial do The History Channel. Os quatro episódios da série, explicam o status que esse líquido possui para a rotina e para a economia mundiais.
Nesse primeiro episódio intitulado (A era de ouro das grandes companhias) episódio que está dividido em cinco partes é abordado como a descoberta do uso da combustão do líquido foi aproveitada na Pensilvânia em 1859, e discute a importância dos fundadores dessa história os americanos John Rockefeller, que dirigia a Standard Oil Company, e Henry Ford, o pioneiro dos carros populares.



A História do "Ouro Negro" - "A Era de Ouro das Grandes Companhias" (Dublado em Pt) [Parte 4]

A moderna indústria petrolífera data de meados do século XIX. Em 1850James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão, no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial.[1] O primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte-americano Edwin Laurentino Drake perfurou o primeiro poço nos Estados Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada, pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em1874.

Mais do que o ouro negro, o petróleo foi um marco e revolucionou a maneira com a qual a Humanidade se vê no mundo. A mais importante e não-renovável fonte de energia da atual era do desenvolvimento é tema de A História do Petróleo, especial do The History Channel. Os quatro episódios da série, explicam o status que esse líquido possui para a rotina e para a economia mundiais.
Nesse primeiro episódio intitulado (A era de ouro das grandes companhias) episódio que está dividido em cinco partes é abordado como a descoberta do uso da combustão do líquido foi aproveitada na Pensilvânia em 1859, e discute a importância dos fundadores dessa história os americanos John Rockefeller, que dirigia a Standard Oil Company, e Henry Ford, o pioneiro dos carros populares.



A História do "Ouro Negro" - "A Era de Ouro das Grandes Companhias" (Dublado em Pt) [Parte 5]


A moderna indústria petrolífera data de meados do século XIX. Em 1850James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão, no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial.[1] O primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte-americano Edwin Laurentino Drake perfurou o primeiro poço nos Estados Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada, pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em1874.

Mais do que o ouro negro, o petróleo foi um marco e revolucionou a maneira com a qual a Humanidade se vê no mundo. A mais importante e não-renovável fonte de energia da atual era do desenvolvimento é tema de A História do Petróleo, especial do The History Channel. Os quatro episódios da série, explicam o status que esse líquido possui para a rotina e para a economia mundiais.
Nesse primeiro episódio intitulado (A era de ouro das grandes companhias) episódio que está dividido em cinco partes é abordado como a descoberta do uso da combustão do líquido foi aproveitada na Pensilvânia em 1859, e discute a importância dos fundadores dessa história os americanos John Rockefeller, que dirigia a Standard Oil Company, e Henry Ford, o pioneiro dos carros populares.



Resumo da História da Revolução Farroupilha!

Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha são os nomes pelos quais ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.
A revolução, de caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a Revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém-finda guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages. Teve como líderes: general Bento Gonçalves, general Neto, coronel Onofre Pires, coronel Lucas de Oliveira, deputado Vicente da FontouraPedro Boticário, general Davi Canabarro, coronel Corte Real, coronel Teixeira Nunes, coronel Domingos de Almeida, major Vicente Ferrer de Almeida, coronel Domingos Crescêncio de Carvalho, general José Mariano de Mattos, general Gomes Jardim, além de receber inspiração ideológica de italianos da Carbonária refugiados, como o cientista e tenente Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti, além do capitão Giuseppe Garibaldi, que embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália. A questão da abolição da escravatura também esteve envolvida, organizando-se exércitos contando com homens negros que aspiravam à liberdade.



VAMOS APRENDER? História Pura! Maravilhas Modernas! Tecnologia dos Anos 60 (Parte 1 de 5)

VAMOS APRENDER? História Pura! Maravilhas Modernas! Tecnologia dos Anos 60 (Parte 2 de 5)

History Channel - Maravilhas Modernas Tecnologia dos Anos 60 ( Parte 3 de 5)

VAMOS APRENDER? História Pura! Maravilhas Modernas! Tecnologia dos Anos 60 (Parte 4 de 5)

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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Baita Filé pra Vocês! Élio Gaspari, aqui no Blog


A Ditadura Envergonhada - Elio Gaspari




Um jornalista experiente, participante e testemunha privilegiada de um dos períodos mais dramáticos da história brasileira. Dois militares com visões estratégicas e políticas diferentes, mas muito, muito poder nas mãos. O jornalista Elio Gaspari, profundo conhecedor do cenário cambiante (ou nem tanto) da política brasileira, apresentou-nos recentemente As Ilusões Armadas, com seus dois volumes - primeiro grupo dos cinco livros que lançará sobre o período político compreendido entre 1964 e 1979. Os dois personagens, centrífuga ou centripetamente atuando sobre os demais agentes e fatos, são Golbery do Couto e Silva eErnesto Geisel, ou antes, como quer o autor, "o sacerdote e o feiticeiro". A ditadura envergonhada, primeiro volume, narra o processo quase bizarro de gestação e aplicação do golpe de 1º de abril, mais tarde batizado oficialmente pelostatus quo então vigente como Revolução de 31 de março de 1964. O livro percorre o trajeto desde o aniquilamento das forças político-sociais que sustentavam o presidente João Goulart até o endurecimento do regime militar, com o surgimento e aplicação do Ato Institucional nº 5. O segundo volume, A ditadura escancarada, inicia-se logo com uma análise filosófica e humanista do alcance da tortura sobre seu agente e vítima. O texto é comovente e denso, um verdadeiro tratado em poucas páginas. E segue com o histórico da escalada de violência e mortes que caracterizaram o período. A leitura é obrigatória para o cidadão consciente, pois, sem viés partidário ou ideológico, o autor insere-nos num mundo que, conhecido em suas causas, esperamos nunca se reinstaure. Pela importância de nelas nos reconhecermos, como povo, essas obras gêmeas são nosso destaque do mês.Baixar Aqui