Para muitos, “Dom Casmurro” é a obra máxima de Machado de Assis. E os fãs apareceram desde a primeira edição, em 1899.
O título é uma auto-ironia do personagem principal, Bentinho, que se encarrega de contar suas desventuras em 148 capítulos, curtos e precisos, banhados em ironia e lembranças amargas.
O pessimista Bentinho manda reconstruir no Engenho Novo a casa em que se criou na Lapa, na antiga rua de Mata-cavalos. Ali, remói a desconfiança em relação a sua amada, Capitolina, vulgo Capitu, com seus “olhos enviezados”, que diziam coisas infinitas que a boca não confessava.
É a reminiscência desse olhar dissimulado que leva Bentinho a uma dúvida dilacerante sobre se ela o traiu ou não com um amigo. Nem a morte e o tempo são suficientes para dissipar a angústia. Uma narrativa perfeita e universal, construída por um autor maduro, com total domínio de sua arte. É o mais famoso livro do escritor.
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