domingo, 19 de janeiro de 2014

Aquecimento global: Farsa ou realidade?

Nos últimos anos, os danos causados ao meio-ambiente pela ação antrópica (ação humana) têm se sobressaído em documentários filmados, noticiários, periódicos relevantes e telejornais no mundo todo. Realmente, os danos ambientais têm se mostrado indiscutíveis, pois na área ao redor das residências, na maioria dos centros urbanos, os danos podem ser observados. Entretanto, o que está em pauta aqui não é o questionamento aos danos ambientais, em sua totalidade, mas sim, a uma das muitas agressões ao ambiente que têm assumido vulto universal: o aquecimento global antrópico.
Para muitos leitores, o questionamento dessa suposta realidade já é uma reação impensável, devido ao fato de tal fenômeno ser considerado globalmente como irrefutável, por causa das “provas” apresentadas em rede global, tanto na internet quanto nas principais agências de notícias. Porém, há um grupo não desprezível em número, de cientistas e estudiosos que questionam o aquecimento global antrópico. Esse grupo contraditório foi alcunhado pelos defensores da versão prevalente como “céticos” (duvidosos, incrédulos).
No Brasil, dois expoentes “céticos” têm adquirido notoriedade pela presença constante em blogs, agências de notícias e telejornais: o Dr. Luiz Carlos Molion, professor e pesquisador da UFAL (Universidade Federal de Alagoas) e PhD em Meteorologia. Além dos atributos citados, o professor representa, atualmente, os países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM). O segundo expoente é o professor de Climatologia da USP (Universidade de São Paulo), Dr. Ricardo Felício. Ambos afirmam que a teoria do aquecimento global é uma grande falácia, por causa das seguintes provas:
(1)  O aumento da concentração de CO2 na atmosfera é uma consequência do aumento da temperatura global, e não uma causa. Os séculos precedentes mostram que aumentos na temperatura global são uma bênção e não uma maldição para a vida humana global. Houve um evento na alta idade média que elevou a temperatura global em 4 ou 5 graus, e se mostrou extremamente benéfica para a demografia e a expectativa de vida do europeu.
(2)  Há grande coleção de imagens sobre o derretimento de calotas polares, mas há também o ocultamento de grande número de imagens comprovando o congelamento. É um fenômeno cíclico. A calota antártica, tanto quanto a calota ártica aumenta e diminui conforme a época do ano. Ao passo que a fraude universal do aquecimento tenta convencer do contrário, os números estão aí para comprovar: é tudo parte de um fenômeno antigo, normal e observável.
(3)  Está havendo também um direcionamento dos resultados da medição de temperatura. Grande parte desses termômetros especiais, as estações medidoras, encontram-se em grandes centos populacionais, as metrópoles. É claro que nesses lugares há um microclima alterado por causa da impermeabilização urbana por concreto e asfalto que possui (este último) grande capacidade de absorção térmica, o que contribui sensivelmente para aumentar a temperatura e criar o microclima urbano, que altera dois ou três graus em relação às regiões rurais do entorno metropolitano.
Enfim, para os dois cientistas citados, o aquecimento global virou uma ferramenta para manter os grilhões sobre os países em desenvolvimento, pois reduzir as emissões significa para muitos países diminuir a produção de energia elétrica, visto que poucos lugares têm o privilégio hídrico do Brasil, e dependem da queima de combustíveis fósseis para a produção de eletricidade. Restringindo o crescimento dos países pobres, os ricos mantêm sua hegemonia por mais tempo garantida.

O professor Luiz Carlos Molion adverte que, pelo fato dele não crer no aquecimento global antrópico, não significa que não creia que o planeta não sofra pela ação humana. Degradação ambiental não tem que ver com aquecimento global, afirma. A poluição de rios, mananciais e do próprio ar provoca uma reação que fará o homem sofrer muito no futuro.

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